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Como trabalhamos

Um processo em seis etapas.

Não damos nome de metodologia proprietária ao que fazemos. O que existe é um caminho de trabalho que se ajusta ao tamanho e à maturidade de cada projeto, e que mantém você dentro das decisões em vez de apresentá-las prontas.

  1. Etapa 01

    Imersão e diagnóstico

    Começamos entendendo o negócio: o que ele faz, como se sustenta, quem procura por ele e o que já foi tentado em comunicação. Também olhamos o mercado e os concorrentes diretos, para saber com o que a marca está sendo comparada.

  2. Etapa 02

    Estratégia

    Com o diagnóstico em mãos, definimos posicionamento, proposta de valor, públicos prioritários e a direção que a comunicação vai seguir. É a etapa que orienta todas as decisões seguintes.

  3. Etapa 03

    Planejamento

    A estratégia vira plano: linha editorial, temas, formatos, canais e frequência. Quando há campanha ou projeto de tecnologia envolvido, é aqui que o escopo é fechado. Você já vê com clareza o que será feito e por quê.

  4. Etapa 04

    Produção

    Redação, direção criativa e preparação das peças. Em projetos de site, sistema ou automação, esta é a etapa de construção — precedida de protótipo, para que nada seja desenvolvido sem que você tenha visto antes.

  5. Etapa 05

    Aprovação

    Nada é publicado sem passar por você. O material segue para revisão antes de ir ao ar, com espaço para ajustes — especialmente importante para profissionais que respondem tecnicamente pelo que comunicam.

  6. Etapa 06

    Publicação e acompanhamento

    Publicamos, acompanhamos o comportamento do que foi ao ar e revisamos o plano com base no que observamos. Em campanhas, isso significa otimização contínua; em sistemas, acompanhamento de uso e ajuste. O ajuste é parte do trabalho, não exceção.

Sua participação

Você aprova antes de qualquer publicação.

A aprovação não é uma formalidade no fim da esteira. Ela existe porque quem responde publicamente pelo que é dito é você, e porque boa parte do que precisa ser corrigido em um conteúdo técnico só quem domina o assunto enxerga.

Na prática: o material é enviado com antecedência, com espaço real para ajuste. Nada vai ao ar com pendência de revisão. Quando há dúvida sobre a precisão de uma informação técnica, a peça não avança até que a dúvida seja resolvida.

Fora das aprovações, sua participação é maior no começo. A imersão depende de conversa, e é a etapa em que o seu tempo rende mais para o projeto.

Projetos de tecnologia

Sites, automações e sistemas seguem uma trilha adicional.

Não é outra metodologia. São as etapas técnicas que se encaixam dentro do mesmo processo, entre o planejamento e a publicação.

  1. 01

    Definição de escopo

    O que a primeira versão precisa resolver, o que fica para depois e quais regras do negócio o sistema tem de respeitar.

  2. 02

    Arquitetura

    Como a solução se organiza: estrutura de dados, integrações necessárias, onde ela vai rodar e o que precisa conversar com o quê.

  3. 03

    Prototipação

    Você vê e navega antes de existir. Mudar um protótipo custa uma conversa; mudar um sistema construído custa semanas.

  4. 04

    Desenvolvimento

    Construção em etapas visíveis, com pontos de checagem, em vez de um longo silêncio até a entrega final.

  5. 05

    Validação

    Teste com uso real, nos aparelhos e nos cenários em que a solução vai viver, inclusive os que costumam quebrar.

  6. 06

    Implantação

    Entrada em operação com acompanhamento, documentação do que foi feito e definição clara de responsabilidades.

Ritmo

O prazo depende do escopo, não de uma tabela.

Um trabalho de posicionamento tem começo, meio e fim. A gestão de comunicação é contínua e trabalha em ciclos, com planejamento periódico, produção, publicação e revisão do que foi observado. Campanhas de mídia exigem acompanhamento próximo nas primeiras semanas e vão espaçando conforme estabilizam.

Projetos de tecnologia têm ritmo próprio: a etapa de escopo e protótipo costuma parecer lenta e é justamente ela que evita as reviravoltas caras na fase de construção.

Preferimos definir prazo depois de entender o projeto. Qualquer estimativa dada antes disso seria chute, e chute em cronograma costuma custar caro para os dois lados.

Vamos conversar sobre o seu projeto?

A primeira conversa costuma durar uns quarenta minutos e serve para entender o que está em jogo. É uma conversa, não uma apresentação de vendas.